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Daily Boost

30
Out17

Ó DA CASA | ESCRITÓRIO PRECISA-SE!

Paula Taveira

Este post é curto e grosso. 
Na verdade é mais para lhe fazer pressão e arrumarmos este assunto de uma vez por todas! 

A próxima divisão a ser concluída é o escritório. 
Isso está mais do que assente! O que não está é a data para começar a pegar nisso. 
É divertido mobilar e decorar uma casa, sim, é. O que não tão divertido é toda a ginástica que se tem de fazer para ter um budget minimamente decente, mas que mesmo assim não dá para comprar um par de cortinas e se der para um conjuntos de velas daquelas leve 3 pague 2 já é uma sorte. 

Nunca pensei que esta divisão alguma vez me fosse fazer tanta falta, sinceramente. 
Neste momento estou no sofá, ok é grande e super confortável, mas disperso-me tanto que quando dou por mim já estou a ver o último episódio de Modern Family. Assim não há rendimento nenhum. 
Tenho a necessidade de ter as coisas alinhadas e o blog dá trabalho (mas eu adorooo), requer uma grande organização e acima de tudo um foco. 

Estamos os dois alinhados em ter o nosso espaço de trabalho concluído (ámen). Porém, não vamos estar a comprar as coisas aos poucos, porque depois nada dá com nada, as peças x, y e z que ficava bem com as a,b,c e d já não existem e a divisão vai parecer um autentico circo. 
Quando pegarmos neste projecto é de fio a pavio, sem ais nem uis. Por agora, limito-me a recolher ideias e sugestões de peças e disposições. 
Criei um moodboard com coisas que encontrei e adorei da La Redoute e nem sabia que eles tinham linha de interiores! Ele é clicável, se quiserem ver melhor ou saber mais é só clicar nas imagens. 
Até tenho bom gosto, não tenho?

Já agora, como é que foram os vossos processos de decoração?
P.

28
Out17

A PULSEIRA PRATEADA DA ORO VIVO

Paula Taveira

Já não tenho tanta bijutaria como antes. 
Aliás, não tenho quase nada. Tenho os habituais de sempre, contam-se pelo dedos de uma mão, que uso e abuso todos os dias. 
Estou a entrar numa fase em que prefiro menos, mas que sejam peças com mais qualidade, que me façam sentir bem e que sei que vou realmente usar. 

Recentemente recebi uma pulseira da Oro Vivo prateada. Uso-a todos os dias, sinto-me bem com ela, confiante. É tal e qual quando usamos uma lingerie sexy, sentimo-nos melhores connosco e ficamos mais seguras, confiantes e isso tem tantas repercussões positivas que eu fico parva. Não me peçam para explicar melhor, porque eu não o sei fazer. 
É uma jóia, uma pulseira, mas ai de mim que ouse sair de casa sem ela e se sair volto atrás! 
Pela cor que tem é uma peça muito versátil, mesmo quando tenho um look descontraído, ele fica logo elevado, com outra conotação. Gosto de me sentir bem e adoro sentir-me confiante (quer acreditem, quer não, é algo com o qual eu luto diariamente). 

Pulseira prateada Oro Vivo - Nova Colecção 
Não é só a questão de me sentir bem, mas nesta fase prefiro ter coisas com qualidade e que durem. 
Uso a peça todos os dias e está impecável, é daquelas ajustáveis e ainda não mostrou sinais de deformação. 
Já tive a oportunidade de ver a nova colecção da marca no evento que decorreu no Reservatório da Mãe D'Água, existem peças muito acessíveis e giras. Há um grande destaque para as estrelas e lua, mas sem grandes exageros. 
O meu próximo investimento será nuns brincos, anéis e um colar simples e elegantes. Assim que o fizer, mostro-vos! 
P. 
Foto by La Vie en Rose 



26
Out17

Ó DA CASA | O PODER DOS QUEIJOS MONTIQUEIJO

Paula Taveira
Locais de trabalho não são fáceis. 
Gostava de dar uma breve descrição a quem nunca teve uma experiência laboral, mas a única coisa semelhante a isto que me vem à cabeça é a época de saldos da Zara. 

Passamos mais tempo no nosso espaço laboral do que em casa. Entram pessoas estranhas na nossa vida que rapidamente o deixam de ser. Pessoas com as quais partilhamos alegrias, tristezas, dias bons e dias maus, situações de stress e de sucesso. Claro que não é tudo doce (óbvio que não), existem muitas nuvens negras, mas não é isso que tenho no momento, não é no que acredito e não é o foco deste post. 

Se eu contasse a quantidade de vezes que saio de casa a correr e se ganhasse 1 euro por cada vez que só vai um café, eu era uma mulher milionária. Se não fosse pelo euro era pelos concursos de contar. 
É errado, eu sei, e a minha mãe deve ter ficado parada nesta parte e provavelmente vai ligar-me daqui a 5 minutos a perguntar se quero vitaminas, mas não consigo. O que vale é que muitas vezes temos a benesse de compensar esta falha no local de trabalho.
Eu tenho, as minhas colegas têm. Todas temos, é uma festa. 
Já tínhamos  a feliz ideia de fazer pequenos-almoços colectivos no trabalho, mas este foi diferente.

Era sabido que ia chegar um conjunto de queijos da Montiqueijo para provar e dar a minha opinião. Muito se falou, diversas piadas foram feitas, expectativas foram criadas e do nada já não era só a minha pessoa que ia provar os queijos, mas sim a equipa toda. E achei bem. Ou somos todas, ou não somos. Estamos juntas para o bem, para o mal e acima de tudo para o que é gostoso!
O parto deste queijos foi difícil. Fazer com que os queijos dessem entrada em Leiria não foi fácil, decidiram cortar estradas, mas entre duas pessoa que não são de cá, um gps e vários telefonemas, a coisa deu-se e a Montiqueijo invadiu a Green Boots. Ninguém sabe como, mas pela obra e graça do espírito santo dei indicações válidas ao senhor do transporte, creio eu. 

Eu disse que este pequeno almoço foi diferente. 
TODAS, até a nossa estagiária (by the way, amanhã preciso de um café duplo na minha secretária logo às 8h30 da manhã... [sempre quis dar uma de Miranda, entendedores entenderão]), agilizaram quem iria trazer o quê, o que podíamos usar para compor o cenário, quando o iríamos fazer e até vieram mais cedo para podermos ter esta experiência juntas. Até quem estava doente e mal abria os olhos estava lá para provar os queijos! Houve quem ficasse até à 1h30 da manhã a fazer doce caseiro! 
Ahhhh ricos queijos da Montiqueijo. Se os empregadores procuram a receita da produtividade, aqui está ela. 


Depois de uns quantos berros e gritos vieram os sorrisos e os "hummm que bom". Foi à vontade do freguês e foi à grande e à francesa. Os queijos secos foram todos! Deixaram-me uma fatia! UMA! E isso não vai passar em branco. Os queijos frescos já eram conhecidos da casa e o queijo fresco em barra com alecrim e com tomate e manjericão foi a grande revelação. Como donas de casa natas o primeiro pensamento foi "óptimo para festas, cortados às fatias com umas tostas fica um mimo", como gulosas que somos deixámos uma espécie de restos para contar a história. 
O feedback foi unânime "Gostámos de tudo! Pode vir mais vezes" 

Foi um momento de convívio, aproximação, descontracção, a chefia até se juntou e pediu uma repetição. O ambiente ficou diferente, relaxado, e a manhã começou bem. Foi bom conviver não como simples colegas de trabalho, mas como uma espécie de amigas à volta da mesa a tentar que a arvela (eu) se desse bem. Por momentos deixou de ser um local de rotina e passou a ter uma cor diferente, e tudo isto graças aos queijos. 

Eu não disse que os queijos da Montiqueijo tinham poderes? 
Obrigada Montiqueijo, hoje o dia correu muito melhor por Leiria. 
P. 
24
Out17

Ó DA CASA | O INÍCIO

Paula Taveira

Deixei Lisboa. 
Não nos zangámos nem lhe voltei as costas, mas a verdade é que deixei Lisboa. 
O coração falou mais alto (nem acredito que sou eu que estou a escrever isto), segui-o até à Marinha Grande, em Leiria e agora chamo-lhe casa. 

Foi difícil, ainda o é, mas já está a ser suportável. 
É muito diferente do que estava habituada. Não me consigo deslocar de um lado para o outro com facilidade e sem fazer mil e um cálculos dos horários do autocarro (e não tenho carro). Não tenho as minhas rotinas estabelecidas, vir das Amoreiras a pé até à Baixa é coisa do passado. Acabaram-se as tardes no Arco do Cego com cerveja a 0,50€. Sair do trabalho implica vir para casa, porque o autocarro só passa à hora x e y. Não tenho os meus noodles de 2€ super manhosos. Não tenho o indiano à porta de casa para poder comprar um abre garrafas à pressão. Não posso ir à janela e berrar pela Cris que morava no andar de cima. Os amigos não estão a um passo de distância. Não existe o charme de morar num fabuloso T0 no centro da cidade e a um passo de tudo o que é bom para esta idade. 
Basicamente, é como ser de fora, mas cá dentro. 

Não conheço tudo, é verdade. De facto, não conheço é quase nada. 
Ainda não tenho margem para ir e descobrir, mas provavelmente quando a tiver vai tudo ao sítio. 
Por agora há coisas que ficaram paradas e que tento dar-lhes continuidade. Neste momento já devo estar marcada como stalker nas redondezas e todos os meus e-mails como spam, mas isso passa, não faço mal a ninguém. 
Não é fácil, há dias que não são mesmo nada fáceis, tento fazer aqueles exercícios de respiração e essas coisas zen, mas até agora o que consegui foi um stock de vinho considerável para situações S.O.S (quem não tem cão, caça com gato). 
Hoje é um dia desses. Estou a tentar escrever este post e já lhe perdi o rumo. Não liguem. 

O meu problema é que cheguei a uma zona de conforto, tinha quase tudo estabelecido e agora tenho que começar do zero.  Não sou assim tão aventureira. 

É difícil começar quase do nada? É. Tenho mais responsabilidades, sim! Não porque existe um documento onde está escrito que sou co-proprietária de um imóvel (claramente achei que não me ia entreter o suficiente...), mas porque existe toda uma nova forma de vida que desconhecia até à pouco, a vida a dois. Mas isso já são outros quinhentos e hoje não quero nadaaaa dormir no sofá. 

PORÉM, nem tudo é mau, muito pelo contrário. Só  é diferente. 
Tenho-o todos os dias, nos bons, nos maus e nos que nem eu sei o que são. Existe marisco super fresco, super acessível e eu afogo as minhas mágoas com frequência em petiscos tão deliciosos! Estou perto da Nazaré, mais coisas gostosas. Moro numa zona calma. Tenho um roof top que dá óptimos fins-de-tarde. Cada vez que descubro um novo espaço (sim, outra vez comida) é uma festa. Falo mais ou menos uma língua nova, com umas expressões estranhas, "Ahh meninaaa", acho que isso me qualifica como poliglota. Recebo mimos até não haver amanhã, e bem que podia não haver. Entraram pessoas na minha vida que são da família e me dão todo o tipo de verduras, tudo biológico e tudo muito delicioso. Leiria ganhou uma maluquinha que volta e meia está a fazer poses e caras e coisas estranhas só para conseguir uma foto do "outfit of the day". Reclamei, mas gosto de ter a minha casa e apesar de estar quase vazia, cada dia que passa sinto mais a sensação de lar. É divertido decorar, não é tão divertido quando discordamos, mas isso já passou. E agora que penso nisso ele disse que podia ser como eu quisesse... 
O ar é fresco e puro. Havia imensos verdes. 
Tenho conhecido pessoas novas. As minhas colegas de trabalho são mesmo impecáveis, já foram um grande apoio e ainda o são, depois da última experiência foi uma grande lufada de ar fresco. Estou a aprender a ter uma voz. Os motoristas dos autocarros têm mais vezes TPM do que eu, mas deixam-me sempre sair pela porta da frente, escândalo. TODA a gente, mas TODA a gente diz-me bom dia de manhã. Ao domingo vou sempre às compras. Já aprendi a meter a máquina a lavar e não estraguei nada. Como fazia antes? É melhor não falar. Sempre que preciso de fazer algo, ele leva-me. 
E sempre que preciso está lá. A vida a dois teve alguns trambolhões no início, é normal, quem vier dizer que foi tudo um mar de rosas, mente, e não vale a pena tentar enganar. Tudo se resolveu e agora vai de vento de poupa, podia ir melhor se hoje não tivesse que fazer o jantar, mas passa! Por agora, mas SÓ por agora. 

Provavelmente este post está confuso, estranho, não sei. 
Sei que me fez bem escrever, relembrar-me de tudo o que ganhei e deixar de lado tudo o que perdi. Não perdi o importante, a família e os amigos. Lisboa está a 1h30 de distância, já andei mais tempo de transportes públicos para fazer meia dúzia de metros, vendo bem as coisas não sei do que estou a reclamar. 
Fiz o impensável. Não me arrependo nada e todos os dias sei que fiz a escolha certa. Hoje foi um dia difícil, quem não os tem, amanhã será um dia melhor. Daqui a umas semanas conheço mais sítios, mais gente, surgem novas oportunidades e daqui a um ano tudo vai ao lugar. 

Escrevi tanto e não disse o essencial. 
Há nova rubrica no blog, a  "Ó da Casa", onde falo de episódios do meu quotidiano, ainda no outro dia tive uma experiência com grelos, mas isso fica para depois. 


Por agora, vou fazer uma espécie de jantar. 
P. 





05
Out17

WINK, YAY OR NAY

Paula Taveira

Tenho que desvendar já, YAY! 
Há muito que ando para escrever sobre a experiência na Wink. Foi algo que descobri sozinha e nunca mais consegui largar.

Lembro-me perfeitamente quando o Threading entrou em Portugal. Na altura ainda se questionava esta técnica, até eu o fazia, mas numa ida à Expocosmética uma técnica deu-me a volta e lá me conseguiu convencer a experimentar. 
Adorei logo nesse momento, queria continuar mas infelizmente ela não era de Lisboa. 

Pouco tempo depois conheci a Wink, fui uma ou outra vez até que dei por mim e estava completamente viciada. Para terem noção, quando comecei a frequentar a Wink das Amoreiras só fazia as minhas sobrancelhas com uma menina, a Carolina. Se a Carolina não podia, então eu não podia, se ela estava de folga, então marcava para quando regressasse. 
Sempre foi importante para mim fazer este serviço com a mesma pessoa. Tinha confiança na Wink, na formação que dá e ganhei confiança na Carolina, que fazia verdadeiros milagres


Se acham que a Wink é só mais uma e que podem ir a qualquer lado que tenha uma linha enganem-se. Por obrigação e necessidade fiz UMA vez, UMA!, as sobrancelhas num salão do Dolce Vita e saí de lá incrédula e com lágrimas nos olhos e não estou a exagerar. Tiraram-me metade, sim, METADE, da sobrancelha. Quando vi o resultado não queria acreditar, depois de mais de um ano ainda tenho algumas falhas. 

Depois desse incidente decidi que podia ter uma monocelha, podia estar de férias onde quer que fosse, mas não iria a outro lado. 

Existe uma ótima relação entre qualidade/preço, saímos de lá sempre perfeitas, mesmo que seja necessário algum produto para preencher ou ajustar a sobrancelha, aplicam sem qualquer custo adicional. 

Não vou mentir, dói um pouco, mas é completamente suportável, nada que não doesse antes com outros métodos. 
O pêlo demora mais a crescer, não encrava nem fica grosso. 

Eu fiquei super fã da técnica e da Wink e tenho a certeza que se experimentarem não vão querer outra coisa! 
Deixo-vos com um vídeo que mostra um pouco como é o processo de Threading na Wink. 
03
Out17

ZAFUL, YAY OR NAY? 🤔

Paula Taveira

O e-commerce é cada vez mais uma tendência.
Todos os dias deparamos-nos com publicidade de diversos sites e por isso é certo que a maioria já deve ter ouvido falar na Zaful. 

A Zaful é uma loja online de roupa de mulher capaz de nos fazer perder a cabeça. 
Se procuram as ultimas tendências, os must-have da temporada ou as peças chaves do momento então é o site a visitar, e se não acreditam vejam com os vossos próprios olhos: site Zaful

Há muito que namorava esta loja e recentemente surgiu uma oportunidade de colaboração (sim, uma colaboração, mas com uma contrapartida muito real). 
Aceitei, porém, teria que ser tratada como uma cliente normal e assim foi. 
A encomenda não ficou a zeros através de um voucher, foi liquidada internamente por um departamento externo à área de e-commerce. 

Demorei algum tempo a escolher as peças. Existe uma oferta bastante diversificada, as coisas são realmente giras, mas a grande dificuldade que ainda tenho é não poder experimentar e fico reticente quanto ao tamanho e se assenta bem. 
Isto é uma questão geral, aplica-se a qualquer loja online e creio ser um receio que todas temos. Podemos sempre devolver, mas quando uma loja não é propriamente ao virar da esquina é complicado. 

As peças estão bem confeccionadas, são 100% fiéis à imagem e os tamanhos são semelhantes aos europeus, não há a discrepância de encomendar um M e receber o que mais parece um XS.
A nível de preço é acessível e os portes são gratuitos acima de 30$, o que dá mais ou menos 25€.

No que toca ao tempo de entrega varia entre 2-3 semanas, o normal para este tipo de sites. A minha encomenda ficou divida por ruptura de stock e uma das peças chegou mais tarde. 
Escolhi dois calções, estes e estes, já a pensar nesta estação, este casaco, que achei amoroso e uns brincos. São peças que acho super versáteis e fazem looks e fotos super giras.

Deixo-vos as escolhas que fiz, com nome, preço e link para verem melhor.
Zaful, YAY ou NAY? Vejam abaixo 😜

Calções Bordeaux - 8.57€ -  ver
Calções Cinza c/ Riscas - 15€ - ver 
Casaco Preto com Manga Sino - 19.29€ - ver 
Brinco Circular Cruzado - 1.13€ - ver
Brinco c/ Borla Fios - 1.85€ - ver 
Brinco Triângulo - 2.11€ - ver 

Em suma: 
Qualidade: ✔
Preço: ✔
Fidelidade da peça: ✔
Envio: ✔
Devolução: ✘

Fiquei super impressionada com este site! Muito mesmo. 
YAY!